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sexta-feira, 20 de setembro de 2013

LEITURA DE REALIDADE - EMBARGOS BROCHANTES, INDIGESTOS E INDECENTES



ANTES DO FINAL DO JULGAMENTO

Parece que a palavra da moda é "infringente", que soa assim como chinfrim (de mau gosto, ordinário, reles). Ouço a expressão "embargo infringente" e fico pensando no coitado que, sem toda essa verborreia jurídica, vai direto pra cadeia por ter cometido algum delito. 

Para os ladrões descarados do mensalão inventa-se novos estatutos jurídicos para que possam, ou se safarem das penas que lhes cabem, ou diminuir os dias na prisão, ou estenderem ad eternum essa palhaçada em que o Supremo faz o espetáculo e ocupa a mídia a maior parte do tempo, como se você um jogo de futebol com 5 a 5 no placar, ou gozarem cinicamente da nossa cara, colocando-se na esquiva da lei pelo viés das invenções advocatícias, certamente pagas com "malas ou cuecas de dinheiro roubado". 

Meu sentimento é o de que, caso dê 6 a 5 para um novo julgamento, teremos imediatamente levantes e revoltas populares pipocando por todo o país - somente assim para não brochar, não ficar com indigestão prolongada e não compactuar com os indecentes.

DEPOIS DO JULGAMENTO

Deu 6 a 5 por um novo julgamento: brochei frente a tamanho descaramento, não digeri até agora a sacanagem de 6 juízes e aumentei o grau de indecência a respeito da classe política brasileira, entronados em Brasília nos três poderes - fica mais do que comprovado que a justiça não é cega nestas terras. Mais especificamente, a justiça foi junto por brejo! 




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